sábado, 11 de fevereiro de 2012

Narradores de futebol mais engraçados do mundo

commedia all'italiana não é um produto de 1958 ou do nosso cinema ou de um indivíduo concreto. A commedia all'italiana existe desde sempre na Itália. Raphael Fonseca, curador da Mostra Commedia dell'arte
Começo com este post, uma série de postagem com videos de narradores de futebol italiano, fazendo as narrações mais engraçados do mundo. Poderão constatar nesta série, que realmente "a comédia existe desde de sempre na Itália", por fazer parte de seu cotidiano (seja no cinema, na política, no teatro e nos livros, ela está presente na vida dos italianos). Bom, para começar a série, escolhi as narrações dos jogos do Milan, feitas por Tiziano Crudeli (o maior e mais apaixonado de todos os torcedores do Milan), que da socos na mesa, distribui beijos, puxa os cabelos, grita gol feito um louco, etc. É uma pena que no Brasil não tenhamos nada igual...



Crudeli na vitória:


http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=QqW9UwNXnD0


Crudeli na derrota do Milan para a Juventus:



Crudeli narrando vitória do Milan sobre a Inter:



Crudeli vibrando com gol de Ibrahimovic:



Crudeli comemorando campeonato:




Diego Abantantuono; Roberto Benigni; Fred Buscaglione; Adriano Celentano; Bob D Caterino; Aldo Fabrizi; Franco Franchi; Ciccio Ingrassia; Daniele Luttazzi; Nino Manfredi; Enrico Montesano; Renato Pozzetto; Alberto Sordi; Jeff Duran; Totò; Carlo Verdone; Paolo Villaggio; Commedia dell'arte

No segredo da cabine eleitoral...


No segredo da cabine eleitoral 
Deus te vê, Stalin não!
Diego Abantantuono; Roberto Benigni; Fred Buscaglione; Adriano Celentano; Bob D Caterino; Aldo Fabrizi; Franco Franchi; Ciccio Ingrassia; Daniele Luttazzi; Nino Manfredi; Enrico Montesano; Renato Pozzetto; Alberto Sordi; Jeff Duran; Totò; Carlo Verdone; Paolo Villaggio; Commedia dell'arte

"A Comédia à italiana" na opinião do cineasta Ettore Scola






"Aqueles que faziam a chamada comédia à italiana o faziam para nos ajudar a entender o mundo em que vivíamos, mas a realidade estava sempre presente em nós", declarou Ettore Scola, último representante vivo desse gênero cinematográfico aclamado e imitado em todo o mundo.

Falando ao jornal La Repubblica, o criador de "Um dia muito especial" e "Nós que nos amávamos tanto", que comemorou seus 80 anos em 10 de maio último, lamenta: "Nós amávamos a Itália. Hoje já não é assim, mas, por outro lado, quem pode amaro nosso país... Eu entendo que muitos migram em busca de um sucesso que não encontram aqui e aquele sentimento de pertencer que nós tínhamos já não existe mais".